quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O sonho do homem era ver a água do Rio São Francisco passar na cidade onde mora. Desistiu do sonho. Agora, espera que seus netos tenham essa "oportunidade". Me emociono sempre que lembro que num país rico como o nosso, pessoas padecem por falta de água.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Sobre o agora

Havia me perdido
Havia te perdido
Agora, voltei
Menos forte talvez
Mas, eu

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Ai que saudade de mim!

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Voltando...

Às vezes minha mente parece ter muita poeira, necessitando então de uma faxina.
Faxinei-a recentemente.
Agora posso aos poucos, voltar.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

E assim começou nossa história...

Dia desses li um texto de Mário de Andrade “O tempo dos maduros”. Nele, o autor reflete sobre o tempo que ainda lhe restava de vida e apontava o que queria fazer: “[...] Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.[...] Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.[...] Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...”

Em Eclesiastes vemos diversas reflexões sobre a vida, sobre o tempo... Mas uma em especial me chama atenção: “Descobri que não há nada melhor para o homem do que ser feliz e praticar o bem enquanto vive (Ec 3:12- NVI - grifos meus). Fiquei pensando nessa “receita de Salomão” e também no texto publicado por Mário de Andrade e me perguntando com o que gasto meu precioso tempo?

Tenho feito um esforço enorme para organizar meu tempo. Afinal, se o dia tem 24 horas para todas as pessoas, por que para mim ele parece ser menor? Quanto tempo me dedico às minhas atividades de trabalho, redes sociais e atividades domésticas? Por outro lado: quanto tempo tenho me dedicado a Deus (ouvir Sua voz, ler e meditar na Palavra)? Quanto tempo tenho usado para servi-Lo e aos irmãos através do ministério, com os dons e talentos que Ele me deu?

Esses dias passei por uma experiência interessante: vi nos avisos que haveria cantina após nosso culto (cardápio: pastéis), então resolvi ficar um pouco mais. Estava à mesa, conversando com uma amiga quando fui apresentada a um irmão, que queria informações sobre nosso Pequeno Grupo- PG. Tive que abandonar meu pastel por alguns instantes para atendê-lo, explicar sobre o funcionamento do PG, local, horário, anotar e-mail, etc. Passados alguns dias, ele tornou-se membro do nosso grupo e já tem vivenciado entre nós, momentos de comunhão. Depois de tudo, até já rimos da situação... afinal, quem diria que "o abandono" do pastel por alguns poucos minutos acabaria sendo uma benção na vida dele e também nas nossas?

*************

O mais incrível de tudo isso é que, tempos depois esse simpático rapaz tornou-se meu amigo, depois namorado, agora noivo e daqui a 43 dias será meu esposo.

Por isso e muito mais, acredito que Deus tem o controle das nossas vidas. Ele não desperdiça nenhuma de nossas lágrimas.

Te amo Deus e muito obrigada por enviar Adan Rees para minha vida.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

SOLTANDO A ÂNCORA

Esses dias em virtude de uma campanha na minha igreja, voltei a ler o livro de Kerry e Chris Shook: Um mês para viver. A proposta do livro é refletir sobre como viveríamos se soubéssemos que temos apenas mais um mês de vida.

No dia de ontem, a leitura era sobre o Oceano- explorando as profundezas do perdão.

Ao fazer a analogia com o oceano, os autores nos lembram que por mais que mergulhemos nele, ainda assim, ficamos no superficial, dado o que ainda existe nas profundezas. Falam ainda sobre os trajes adequados, sobre o cuidado que se deve ter com a respiração. Mas, o que mais me chamou atenção foi o convite para soltar a âncora.

Quando falamos sobre perdão, falamos quase sempre em dor. Muitas vezes estamos doloridos, magoados, feridos com algo que nos aconteceu. Contudo, a falta de perdão nos imobiliza, nos aprisiona, nos ancora.

Voltando a âncora...
"Quando não pedimos nem abraçamos o perdão que tão livremente nos é dado, começamos a afundar. Pense nisso [...] como uma grande âncora que nos puxa para baixo. Algumas pessoas estão de tal modo acostumadas a arrastar a âncora de culpa atrás de si que dificilmente se lembram que ela existe. [...] A culpa pode envenenar todas as áreas de sua vida." (Shook, 2009, p. 97)

No livro de Miquéias (7:19) fala: "De novo terás compaixão de nós; pisarás as nossas maldades e atirarás todos os nossos pecados nas profundezas do mar".

Alguém aí já perdeu algo no mar? Ali, na beira da praia? Imaginem lançar uma moeda e voltar depois para procurar... será que encontraremos? Agora, imaginem isso nas profundezas do mar?

Deus não tem o interesse em fazer com que fiquemos nos remoendo, nos contorcendo com as nossas culpas. Ele quer que levemos para Ele nossa âncora para tirá-la de nós e lançar no mais profundo oceano do seu perdão.

Contudo, tem coisas que Ele não vai fazer por mim:
* Ele não vai pedir perdão a alguém por mim.
* Ele não vai perdoar alguém por mim.
* Ele não vai me perdoar por mim.

Perdoar - para mim - não significa esquecer, nem ser feita de boba.
Significa assumir que tal coisa não vai mais fazer eco na minha vida.
Sinceramente, não quero algumas âncoras que guardei comigo por anos. Elas estão pesadas demais.
Quero me livrar delas.
Quero vestir as roupas apropriadas e mergulhar... nas águas limpas e purificadoras do Oceano de Deus.

‎"Quem não consegue perdoar destrói a ponte sobre a qual terá de passar" George

Herbert


Bom restinho de dia. (03.08.11)

FASES

Estou há dias pensando no que escrever no blog.
Não que eu esteja esvaziada de idéias, de histórias, de experiências, pelo contrário.
O difícil tem sido eleger o que escrever.

Elegi então escrever sobre fases...
Penso que algumas fases que passamos na vida parecem um jogo de vídeo game.
Eu nunca tive um, nem dos mais antigos ou dos sofisticados de hoje em dia- a não ser àqueles que já vem nos computadores. Mas, lembro quando na infância e adolescência, na casa de primos ou amigos eu jogava. Meu jogo preferido era o Mario Brothers.

Como em todo jogo, à medida que você passa de uma fase, a posterior fica mais complicada, cheia de desafios, detalhes, riscos e também, novas formas de pontuação, adrenalina e a alegria da superação.

Lembro também quando na adolescência, minha amiga Alessandra e eu, sentadas na praça perto de onde morávamos, conversávamos sobre o tempo. Eu dizia: queria que o futuro chegasse logo!

Bem vinda, Eva! Ele chegou - ouço até a musiquinha de fundo, avisando que passei de fase.
O futuro que eu dizia que queria que chegasse, é hoje o meu presente.

Tenho vivido uma ótima fase. Com outros desafios, claro.
Que trarão outros, outros, e outros....
Mas, a "minha vasta experiência" nas fases anteriores, tem me ajudado a vencer os obstáculos, a pegar as "moedas" e saltar para o futuro que ainda me espera.

Bom restinho de semana a tod@s. (Escrito em: 03.08.11)

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Semana passada fiz uma cirurgia em um dente...
Passei por um processo de mutação do meu rosto, de leão marinho a panda. Estou ainda com o olho roxo por isso, não porque apanhei de alguém ou tenha caído.
O mais estranho era sentir as pessoas me olhando e talvez até pensando: "tadinha, essa daí é vítima de violência".

domingo, 5 de junho de 2011

TENHO TEMPO?

Uma das frases que mais ouvimos no nosso cotidiano é: “Não tenho tempo”. Eu mesma já me vi repetindo-a e, de fato, acho que muitas vezes não o temos mesmo.

Dia desses li um texto de Mário de Andrade “O tempo dos maduros”. Nele, o autor reflete sobre o tempo que ainda lhe restava de vida e apontava o que queria fazer: “[...] Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.[...] Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.[...] Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...”

Em Eclesiastes vemos diversas reflexões sobre a vida, sobre o tempo... Mas uma em especial me chama atenção: “Descobri que não há nada melhor para o homem do que ser feliz e praticar o bem enquanto vive (Ec 3:12- NVI - grifos meus). Fiquei pensando nessa “receita de Salomão” e também no texto publicado por Mário de Andrade e me perguntando com o que gasto meu precioso tempo?

Tenho feito um esforço enorme para organizar meu tempo. Afinal, se o dia tem 24 horas para todas as pessoas, por que para mim ele parece ser menor? Quanto tempo me dedico às minhas atividades de trabalho, redes sociais e atividades domésticas? Por outro lado: quanto tempo tenho me dedicado a Deus (ouvir Sua voz, ler e meditar na Palavra)? Quanto tempo tenho usado para servi-Lo e aos irmãos através do ministério, com os dons e talentos que Ele me deu?

Esses dias passei por uma experiência interessante: vi nos avisos que haveria cantina após nosso culto (cardápio: pastéis), então resolvi ficar um pouco mais. Estava à mesa, conversando com uma amiga quando fui apresentada a um irmão, que queria informações sobre nosso Pequeno Grupo- PG. Tive que abandonar meu pastel por alguns instantes para atendê-lo, explicar sobre o funcionamento do PG, local, horário, anotar e-mail, etc. Passados alguns dias, ele tornou-se membro do nosso grupo e já tem vivenciado entre nós, momentos de comunhão. Depois de tudo, até já rimos da situação... afinal, quem diria que "o abandono" do pastel por alguns poucos minutos acabaria sendo uma benção na vida dele e também nas nossas?

Penso que tempo, todos nós temos. Contudo, precisamos organizá-lo e usá-lo com sabedoria. Precisamos estabelecer prioridades, estar sensíveis, nos dispor... Seja participando da "Campanha dos 03 minutos" (você já parou para conversar com alguém desconhecido ao final das nossas celebrações?), ouvindo um irmão, ligando para alguém, dedicando seja alguns minutos, parte dos nossos dias ou dos nossos fins de semana. Afinal, o Senhor do tempo sempre nos dá oportunidades para praticarmos o bem, servi-Lo e cumprir a Sua vontade nessa terra.