Se você nunca disse essa expressão- afinal, ela tem uma palavra bem nordestina- com certeza já a falou de outra forma. Sabe aqueles dias em que você percebe que tudo parece dar certo para os outros menos pra você? Eita, eita!! Mas, quem disse que não está dando certo?
Olhando pela janela do meu quarto agora, vejo que até para cair um temporal é preciso tempo. Ou você acha que todas as nuvens se unem num piscar de olhos?
Na região em que moro agora, conheci uma amiga muito especial. Um dia desses, ela me contando de um episódio com seu marido, me disse a seguinte frase: “faça do limão, uma limonada”. Eu ri na hora. Essa semana escutei a mesma frase de uma outra amiga. Essa ainda completou: “lembra como o limão é azedo? Então! Pega água, umas colheres de açúcar, bate... hum!! Que delícia de limonada”. Está aí uma sabedoria popular. Aprender a fazer dos momentos considerados por nós incompletos, uma situação agradável ao corpo e ao coração.
Às vezes me sinto naquela fila de banco quilométrica e que quando chega a minha vez, tava faltando um documento, sabe como é? Daí preciso sair pra tirar uma cópia e quando volto, tenho que pegar o fim da fila de novo.
Me conforta muito saber que nada acontece por acaso. E que esse questionamento que muitas vezes faço, é um indicador de que preciso ter paciência e me conscientizar de que, por alguma razão muito maior algumas coisas ainda não aconteceram na minha vida.
Tenho feito algumas limonadas. Alguém quer?
(escrito em 23.02)
Olhando pela janela do meu quarto agora, vejo que até para cair um temporal é preciso tempo. Ou você acha que todas as nuvens se unem num piscar de olhos?
Na região em que moro agora, conheci uma amiga muito especial. Um dia desses, ela me contando de um episódio com seu marido, me disse a seguinte frase: “faça do limão, uma limonada”. Eu ri na hora. Essa semana escutei a mesma frase de uma outra amiga. Essa ainda completou: “lembra como o limão é azedo? Então! Pega água, umas colheres de açúcar, bate... hum!! Que delícia de limonada”. Está aí uma sabedoria popular. Aprender a fazer dos momentos considerados por nós incompletos, uma situação agradável ao corpo e ao coração.
Às vezes me sinto naquela fila de banco quilométrica e que quando chega a minha vez, tava faltando um documento, sabe como é? Daí preciso sair pra tirar uma cópia e quando volto, tenho que pegar o fim da fila de novo.
Me conforta muito saber que nada acontece por acaso. E que esse questionamento que muitas vezes faço, é um indicador de que preciso ter paciência e me conscientizar de que, por alguma razão muito maior algumas coisas ainda não aconteceram na minha vida.
Tenho feito algumas limonadas. Alguém quer?
(escrito em 23.02)